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quinta-feira, 28 de abril de 2011
As Melhores Propagandas de Curso de Inglês
Todo mundo curtindo o refrão "I wanna F* you in the ass!"
Isso me lembrou de um amigo que adorava a música
SHORT DICK MAN, até o dia que eu disse o que ele vivia cantando....KKKK
Navio: "We are SINKING! We are SINKING!"
Operador: "What are you THINKING about?"
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Algumas ideias sobre o tempo
Se não estiver enganado, este é o terceiro post que escrevo sobre o tempo. Quando penso no tempo, penso na História, nas mudanças, nas transformações cada vez mais rápidas e mais evidentes em nossa geração, cujas crianças praticamente nascem dentro de redes sociais e cujas primeiras ações no mundo são twitar, orkutar etc. Enquanto isso, os adultos de hoje não sabem nem o que significa PC.
O TEMPO certamente me fascina. Pensar no tempo é como viajar por um universo alternativo sem mover um músculo para rememorar eventos; uns bons, outros ruins, Eventos que queríamos mudar ou simplesmente revivê-los, voltar a sentir as emoções de outrora, evitar outras emoções. Viajar no tempo é também sonhar. É projetar-se à frente e experimentar novas situações com base em nossos desejos, nos impulsos dados pelo seu medo ou sua excitação, no que se conhece do mundo, das pessoas.
Ahh, se fosse dada à humanidade tal faculdade! A faculdade de avançar e voltar no tempo, tão fácil quanto pegar uma condução para o trabalho ou escola e voltar para casa com a sensação do dever cumprido, com paz de espírito. Ou melhor: tão fácil quando fechar os olhos e imaginar... a imaginação.... tão fácil de editar.
Mas seria assim tão simples quanto fechar os olhos e "imaginar"? Conseguiríamos mudar o que desejássemos mudar? Ganharíamos ou perderíamos algo? Manteríamos a memória de algo que deixou de acontecer? Como saberíamos viver com tanta informação, tanta resposabilidade? Será que sabermos as respostas a essas perguntas e tantas outras?
Difícil saber. Num dado momento da história evolutiva da raça humana, houve um despertar: passamos a ter "consciência". Nesse momento o homem deixou de ser um animal comum e se destacou, passou a entender, passou a criar para entender, a criar para ser, para existir de fato. Mais do que tudo, com o despertar da consciência, o ser humano passou a conhecer a (sua) natureza, passou a contar os ciclos, os dias, as estações, os anos, as décadas. Descobriu que tudo finda. Aprendeu a reconhecer os sinais que anunciam o fim dos ciclos, inventou estórias, mitos para ensinarem aos seus. Ao passar a conhecer que tudo mais termina, o homem se angustiou. O homem inventara o tempo.
[to be continued]
O TEMPO certamente me fascina. Pensar no tempo é como viajar por um universo alternativo sem mover um músculo para rememorar eventos; uns bons, outros ruins, Eventos que queríamos mudar ou simplesmente revivê-los, voltar a sentir as emoções de outrora, evitar outras emoções. Viajar no tempo é também sonhar. É projetar-se à frente e experimentar novas situações com base em nossos desejos, nos impulsos dados pelo seu medo ou sua excitação, no que se conhece do mundo, das pessoas.
Ahh, se fosse dada à humanidade tal faculdade! A faculdade de avançar e voltar no tempo, tão fácil quanto pegar uma condução para o trabalho ou escola e voltar para casa com a sensação do dever cumprido, com paz de espírito. Ou melhor: tão fácil quando fechar os olhos e imaginar... a imaginação.... tão fácil de editar.
Mas seria assim tão simples quanto fechar os olhos e "imaginar"? Conseguiríamos mudar o que desejássemos mudar? Ganharíamos ou perderíamos algo? Manteríamos a memória de algo que deixou de acontecer? Como saberíamos viver com tanta informação, tanta resposabilidade? Será que sabermos as respostas a essas perguntas e tantas outras?
Difícil saber. Num dado momento da história evolutiva da raça humana, houve um despertar: passamos a ter "consciência". Nesse momento o homem deixou de ser um animal comum e se destacou, passou a entender, passou a criar para entender, a criar para ser, para existir de fato. Mais do que tudo, com o despertar da consciência, o ser humano passou a conhecer a (sua) natureza, passou a contar os ciclos, os dias, as estações, os anos, as décadas. Descobriu que tudo finda. Aprendeu a reconhecer os sinais que anunciam o fim dos ciclos, inventou estórias, mitos para ensinarem aos seus. Ao passar a conhecer que tudo mais termina, o homem se angustiou. O homem inventara o tempo.
[to be continued]
quinta-feira, 24 de março de 2011
Harry Houdini - O Rei das Fugas
Há 137 anos, nascia um mito no universo dos mágicos. O Google, em página principal de hoje, homenageia o talentoso ilusionista, Harry Houdini (1874 - 1926), conhecido como "O Rei das Fugas", tido como uma lenda, um mito entre os mágicos de hoje, tais como David Coperfield, Criss Angel, David Blaine, Mr."M" entre outros.quinta-feira, 3 de junho de 2010
O que aprendemos sobre a história do Brasil?
A Super Interessante, edição 279, deste mês de junho de 2010, traz um artigo intitulado “A Nova História do Brasil”, assinado por Leandro Narloch (também autor de Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil), em que descreve um Brasil completamente diferente do que aprendemos nas escolas e apresenta ainda 19 mitos – que eu prefiro chamar mentiras absurdas – que professores, frutos de um sistema educacional deficiente, nos fizeram engolir e reproduzir automaticamente sem o mínimo de questionamento ou reflexão sobre os fatos perpetuando essa alienação até os dias de hoje, caso não fossem os novos pesquisadores e historiadores interessados sobre o que realmente aconteceu.Vá e pergunte a qualquer pessoa nas ruas, por exemplo: Quem descobriu o Brasil? Quem inventou o avião? Que frutas e/ou comidas são típicas do Brasil? – Você, meu caro leitor ou minha cara leitora, saberia responder a essas perguntas também, não é? Claro. Pois, se você respondeu seguramente, sem vacilar, na sequência das perguntas: Pedro Álvares Cabral, Santos Dumont e bananas... Pode tirar seu jegue da chuva.
Só para esclarecer: essa história de que Cabral descobriu o Brasil é conversa fiada. Há registros escritos de que anos antes, outros navegadores portugueses e também espanhóis haviam passado por aqui. Sem falar no fato de que o fidalgo português chegou aqui porque não soube ler o mapa direito – ele estava indo para as Índias. Acho que vi um programa de TV (cujo nome infelizmente não me recordo agora) que falava justamente disso, revelando que lá em Portugal, Cabral não era um homem importante.
No programa Fantástico, havia um quadro sensasional chamado “É Muita História”, com Pedro Bial e Eduardo Bueno, no qual eles revelavam como realmente ocorreram alguns dos fatos mais importantes da nossa história de forma bem humorada. Acredito que em um dos episódios, mostraram que Dom Pedro I, autor do famoso “Grito da Ipiranga” teve um baita de um “piriri” e por isso acabou gritando, fato documentado inclusive por um monge que havia testemunhado o tal grito na época. Por falar nisso, a cena retratada na gravura “O Grito de Independência” pintada por Pedro Américo em 1888, também não foi nada daquilo, típica propaganda política.
Bem, mas retornando aos 19 mitos (mentiras) sobre a história brasileira, vale ressaltar um que sempre me intrigou, mas no fundo sempre soube a resposta certa: Alberto Santos Dumont não inventou droga de avião nenhum, rapaz. Nunca entendi porque sempre insistiram em dizer o contrário, deixando essas informações correndo soltas nos livros didáticos. Nos Estados Unidos, os irmãos Orville e Wilbur Wright já tinham feito um avião voar três anos antes de Santos Dumont subir com seu 14 Bis em Paris (1906) e, quando isso aconteceu, os irmãos já tinham melhoradoo significamente suas máquinas aéreas. A controvérsia reside na forma de lançamento das aeronaves. Também há algo sobre a imagem que temos do escultor mineiro Aleijadinho, os bandeirantes entre outros. De qualquer maneira, o que o artigo tenta mostrar é que os historiadores de hoje estão mais preocupados em descobrir como esses e outros mitos, que na verdade tinham a intenção de criar ícones e heróis nacionais, se originaram. Vale a pena a leitura.
No mais, se quiserem ficar mais por dentro de nossa própria história, sugiro que busquem informações na fonte. Leia sempre o original.
*créditos da imagem: superinteressante.com.br
*créditos da imagem: superinteressante.com.br
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